A reunião da VMT, realizada em 29 de outubro de 2026, focou na estruturação de indicadores, faturamento e relatórios de performance para máquinas e obras. O objetivo central foi alinhar a logística, o financeiro e o faturamento, garantindo que os números sejam consistentes e permitam uma gestão eficiente.
Abaixo, os pontos estruturados da discussão:
### 1\. Desafios de Gestão e Alinhamento
- Divergência de Dados: Identificou-se um desalinhamento entre os números apresentados pelo financeiro, pela logística e pelo DRE, com discrepâncias significativas (mencionou-se uma diferença de R$ 1 milhão).
- Necessidade de Conciliação: A meta é que o faturamento consolidado e os custos batam com o fluxo de caixa, com "diferença zero".
- Cultura de Gestão: A necessidade de evoluir a cultura interna para processos mais controlados, como a abertura de Ordens de Serviço (OS) internas para manutenção, em vez de apenas rateios genéricos.
### 2\. Indicadores de Performance por Máquina
Para cada máquina, foram definidos três indicadores mínimos de acompanhamento:
1. Horas trabalhadas: Registro preciso do tempo de operação.
2. Receita efetiva: Baseada no método de faturamento da obra (hora, metro cúbico ou escopo).
3. Resultado: A diferença entre a receita atribuída e os custos/despesas diretas da máquina.
### 3\. Governança de Preço e Faturamento
- Padronização: O preço-hora de cada máquina será definido e travado no sistema pelo Matheus.
- Separação de Visões:
- Visão da Máquina: Faturamento gerado pelo preço-hora padrão.
- Visão do Contrato: O resultado comercial da obra (que pode incluir ganhos extras por eficiência ou negociação, o "colchão" de resultado).
- Volatilidade: Reconheceu-se a exposição a custos dolarizados (diesel, asfalto, elétrica) e a necessidade de revisões periódicas (30/60/90 dias) nos parâmetros de custo e preço.
### 4\. Estrutura de Relatórios e Custos
- MVP (Produto Mínimo Viável): Acordou-se a criação de um relatório simples, mas eficaz, contendo:
- Horas trabalhadas e faturamento.
- Custos principais (3 a 4 categorias: manutenção, mão de obra, peças/serviços, combustível).
- Impostos.
- Mão de Obra: O custo da mão de obra será rateado por grupos (motoristas/operadores) com base em médias mensais fornecidas pelo Bruno, simplificando o lançamento inicial.
- Manutenção: Inicialmente será feita por rateio, com a meta de evoluir para o controle via OS por placa, conforme a cultura de gestão for amadurecendo.
### 5\. Próximos Passos e Agenda
- Revisão do Relatório (MVP): A próxima reunião está agendada para 04 de novembro de 2026, às 13h45, para validar o relatório por máquina e o alinhamento de custos.
- Ações Imediatas:
- Caio (Speaker 2) montará o relatório inicial e validará as categorias de custo com Matheus.
- Matheus definirá os preços-hora no sistema.
- Bruno (Speaker 3) fornecerá as médias de custo de mão de obra por grupo.
- Compromissos Adicionais: Após a revisão do relatório, haverá uma reunião de 30 minutos com a Maiara e o Procurador da Natura.
O foco principal é sair da complexidade excessiva e implementar um modelo simples que permita a tomada de decisão imediata, com melhorias incrementais conforme a execução avançar.