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Objetivo: Revisar desempenho financeiro (agosto–setembro), fluxo de caixa e resultado operacional; avaliar inadimplência e descasamento de prazos; alinhar política de compras/CMV e reposição de estoque; tratar pendências com fornecedores (especial foco em Gazin e NM); e preparar o plano comercial para Black Friday e metas de novembro–dezembro, incluindo ponto de equilíbrio e política salarial/comissionamento.
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Principais tópicos:
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Recebimentos caíram de R$ 124.000 (agosto) para R$ 104.650 (setembro), afetados por clima chuvoso e menor consumo no interior; foco no fluxo de caixa efetivo por canal.
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Operação apresentou sobras mensais próximas de R$ 44–45 mil (média ~38% de resultado operacional), porém parte foi consumida por pagamentos a fornecedores atrasados e bancos.
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Inadimplência média ~60% no crediário; de R$ 57.000 previstos, R$ 38.000 ficaram pendentes; descasamento entre pagamento a fornecedores (médio ~75 dias) e recebimento das vendas a prazo (médio ~105 dias).
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Política de compras: orientar CMV/compra entre 50%–65% da venda para evitar ruptura; outubro com compras já realizadas (~R$ 52.932–59.000 citados) e necessidade de programar pagamentos outubro–novembro.
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Endividamento e fornecedores: pendência relevante com Gazin (valores citados ~R$ 23.000, R$ 10.200 e referência de R$ 30.000 a conciliar); NM com renegociação (parcela de R$ 1.300/mês).
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Decisão sobre crédito rotativo para regularizar Gazin adiada para após fechamento de outubro; cobrança ativa será estruturada para recuperar caixa.
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Planejamento Black Friday: girar estoque de baixo giro com margens reduzidas para reforço de caixa; metas e comunicação integradas ao ponto de equilíbrio.
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Decisões estratégicas:
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Adotar orçamento de compras vinculado ao ponto de equilíbrio e à média de recebimentos, mantendo compras entre 50%–65% das vendas esperadas.
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Priorizar regularização da pendência com Gazin mediante plano formal, após conciliação de valores e fechamento de outubro.
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Implantar controle e conciliação diária do caixa físico por canal (crediário, PIX, cartões, boletos).
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Estruturar régua e script de cobrança para mitigar inadimplência e apoiar capital de giro.
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Definir metas comerciais de novembro com base no ponto de equilíbrio e ajustar política salarial/comissionamento.
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Tópicos Discutidos
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Fluxo de Caixa, Recebimentos e Resultado Operacional
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Queda de recebimentos em setembro: R$ 104.650 vs. R$ 124.000 em agosto; fatores: clima chuvoso, consumo por necessidade.
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Detalhe por canal em setembro: boletos R$ 36.575; cartões R$ 23.463; PIX R$ 28.000; crediário em dinheiro/cheque R$ 16.299.
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Sobra operacional mencionada ~R$ 44–45 mil/mês; resultado operacional médio ~38% (acima da média de mercado), sustentado por consumo de estoque.
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Em setembro: pagamentos a bancos ~R$ 33.000; a fornecedores atrasados ~R$ 24.000; sobra operacional ~R$ 45.000; saldo consolidado ao fim de setembro ~R$ 14.060 (Sicredi, Cresol e caixa físico).
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Observação operacional: fluxo de caixa registra recebimentos efetivos, não vendas; crediário impacta o fluxo quando recebido.
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Inadimplência e Descasamento de Prazos
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Inadimplência média ~60% sobre o montante previsto no mês; exemplo: de R$ 57.000 previstos, R$ 38.000 permaneceram inadimplentes.
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Descasamento de caixa: pagamentos a fornecedores em média 75 dias (30/60/90/120), recebimento das vendas a prazo em média 105 dias, gerando defasagem de ~30 dias coberta por recursos próprios.
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Necessidade de implementar script padronizado e régua de cobrança via sistema; revisar critérios de concessão de crediário para estancar perdas.
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Compras, CMV e Gestão de Estoque
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Pagamento de mercadorias: agosto R$ 53.700 (~43% da venda), setembro R$ 28.947; consumo de estoque elevou resultado, prática não sustentável sem reposição adequada.
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Diretriz: manter compras entre 50%–65% da venda para garantir giro e evitar ruptura; outubro já com compras citadas ~R$ 52.932–59.000, avaliar distribuição de pagamentos entre outubro e novembro.
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Compromissos futuros mencionados: ~R$ 44.069 (outubro), ~R$ 29.000 (novembro), ~R$ 23.000 (dezembro); orçamento de fornecedores deve considerar parcelas já comprometidas antes de novas compras.
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Consideração sobre compras à vista: potencial desconto (ex.: 5%), porém risco de intervalo de caixa quando combinado com vendas a prazo; política não aprovada nesta reunião.
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Despesas Fixas, Pessoal e Aluguel
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Despesas com pessoas subiram para R$ 16.900 (férias e inclusão de faculdade/van como salário).
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Algumas despesas fixas (associação, energia) não pagas em setembro; liquidadas no início de outubro.
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Aluguel com movimentações de cheque e PIX relativo a depósito; necessidade de registro claro.
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Endividamento, Fornecedores e Pendências (Gazin/NM)
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Fornecedores atrasados em geral foram quitados; permanece pendência relevante com Gazin.
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Gazin: valores citados incluem saldo aproximado ~R$ 23.000, referência de R$ 10.200 e menção a ~R$ 30.000 (para eventual quitação via crédito rotativo); composição exata não confirmada, precisa de conciliação.
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NM: renegociação mencionada com parcela ~R$ 1.300/mês.
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Decisão: levantar e conciliar todas as contas a pagar, confirmando o que está vencido, renegociado ou por negociar, antes de tomar decisão de crédito.
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Endividamento bancário: redução das parcelas do Sicredi de ~R$ 8.200 para ~R$ 4.900/mês após liquidações.
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Controle do Caixa Físico e Crediário
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Identificada falta de rastreio completo de origem/uso do caixa físico.
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Luiz iniciou conciliação entre planilha e sistema; meta de fechar origem por canal e saída correspondente, com rotina diária e relatórios semanais.
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Planejamento Comercial: Black Friday e Último Bimestre
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Estratégia: girar estoque de baixo giro com margens reduzidas para reforço de caixa.
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Construir orçamento de compras vinculado ao ponto de equilíbrio e expectativa de vendas (ex.: vender R$ 100–120 mil; comprar R$ 50–60 mil).
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Metas de vendas de novembro baseadas no ponto de equilíbrio; integração com política salarial/comissões.
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Necessidade de balancear crediário para não pressionar caixa; avaliar limites com base na média de recebimentos (citado ~R$ 30 mil/mês), sem aprovação nesta reunião.
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Questão adicional a esclarecer: referência a R$ 180 mil ligada a produtos/notas perdidas.
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