Objetivo: validar fechamento mensal, estruturar políticas de preços, recebimento e cobrança, formalizar contratos com terceiros e calibrar precificação com base no ponto de equilíbrio. O contexto mostrou sazonalidade forte de receitas (assistência recorrente ~140/mês, média anual ~280, mês atípico com 486 por serviços pontuais), recebimentos alinhados ao calendário do produtor (envios até 20 para crédito no início do mês seguinte), concentração em maio para cooperados e casos de inadimplência em terceiros sem contrato.
Decisões principais: construir política de preços por modalidade de pagamento (mensal, trimestral/semestral, safra/anual) com correção pelo valor do dinheiro; padronizar contratos por modalidade com canal único de cobrança via Daiane; realizar fechamento de outubro para cálculo do ponto de equilíbrio e atualização da precificação; exigir entrada percentual em contratos para sustentação do giro; padronizar pré-fechamento detalhado por talhão/serviço antes da cobrança; segregar provisões trabalhistas em aplicações financeiras e ajustar pró-labore na DRE; centralizar receitas recorrentes de terceiros na conta Cresol e agendar estruturação de aplicações.
Encaminhamentos: levantamento de inadimplência/recorrência, cronograma detalhado de faturamento/recebimento, tabela de preço por hectare e componentes, proposta de política de cobrança (régua, roteiros, escalonamento), contratação/adequação de assessoria jurídica, simulação de custo de caixa por modalidade e revisão da precificação de fotossíntese após fechamento de outubro. Direcionamento estratégico: reduzir risco de caixa com correção por prazo, contratos robustos e canal único de cobrança; mitigar sazonalidade via gestão financeira, aplicações de provisões e potencial uso de capital de giro; migrar terceiros para fluxos com maior previsibilidade (cooperativa/recorrência).
Tópicos discutidos e decisões
[Receitas, Sazonalidade e Fluxo]
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Receita atípica no mês por coleta/NDVI (486); média anual ~280; assistência recorrente ~140/mês
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Recebimentos: envio até dia 20 para crédito no início do mês seguinte; 5–6 ciclos/ano; maio concentra cooperados
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Decisão: incorporar sazonalidade no orçamento e projeção de caixa; cronograma detalhado por serviço
[Cooperados vs. Mercado Aberto]
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Mix atual: 70% cooperado e 30% mercado aberto por área; cooperados com repasse garantido; terceiros pagam no fim da safra sem correção
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Risco: inadimplência e priorização de outros boletos com juros
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Decisão: diferenciar preço/correção por prazo e migrar terceiros para fluxos recorrentes/cooperativa quando viável
[Política de Preços e Correção]
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Ausência de tabela formal por modalidade (à vista/mensal/safra); custo de caixa elevado sem correção anual
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Decisão: construir política com correção mínima pelo valor do dinheiro por prazo e revisar fotossíntese após outubro
[Contratos Jurídicos e Cobrança]
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Inexistência de contratos específicos com terceiros; insegurança para encargos/juros
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Problema: desvio de cobrança para agrônomos; falta de régua e canal único
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Decisão: padronizar contratos por modalidade; canal único via Daiane; Joyce estrutura régua, roteiros e escalonamento
[Precificação, Ponto de Equilíbrio e Provisões]
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Dados citados: despesas fixas R$ 9.500; variáveis R$ 31.000; impostos ~14%; resultado mensal com margem 69%, distribuição de lucros R$ 77 mil, sobra de R$ 149 mil
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Outro dado: ponto de equilíbrio operacional mensal em R$ 137.740, com provisão média de tributos ~R$ 30.000/mês
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Decisão: fechar outubro para ponto de equilíbrio; segregar pró-labore na DRE; isolar provisões (13º/férias/rescisões) em aplicações
[Processo Operacional em Campo]
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Gargalo: pagamentos pós-safra sem entrada; contestação de áreas/talhões no acerto
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Decisão: exigir entrada percentual na contratação; pré-fechamento detalhado por talhão/serviço antes da cobrança
[Relacionamento Bancário]
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Contas atuais concentradas em Frisa e Sicredi; intenção de centralizar recorrências de terceiros na Cresol
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Decisão: reunião com gerente Cresol para aplicações de reservas e linhas de remuneração