A reunião teve como objetivo revisar minuciosamente as movimentações financeiras de junho, consolidar fluxo de caixa, classificar despesas e validar recebimentos, bem como alinhar decisões. O contexto mostra dois meses difíceis em vendas, com junho sustentado por recebimentos pendentes e um pagamento expressivo de R$ 41.000,00 que “salvou” o mês. A operação tem despesas recorrentes com insumos (granitos, ferramentas), folha, tributos (INSS/FGTS/Simples), aluguel e custos da obra.
Principais decisões e encaminhamentos: manter a estratégia de não contratar novo crédito no curto prazo; priorizar conclusão da obra para destravar capacidade produtiva e elevar receita; consolidar entradas e saídas entre contas (Sicoob/Cresol) e classificar gastos pessoais vs. empresariais para reduzir mistura de caixa. O direcionamento final indica que, embora junho tenha apresentado resultado operacional positivo no levantamento (R$ 109 mil de receita, R$ 41 mil fornecedores, R$ 35 mil despesas, R$ 29 mil de sobra operacional), o peso de parcelas bancárias e investimentos em obra (cerca de R$ 30 mil) consome o excedente, deixando o caixa sensível.