Objetivo: Definir e alinhar a ativação de marca no jogo do Marreco em Francisco Beltrão (mês das crianças), estabelecer dinâmica executável no intervalo curto do jogo, revisar o plano orçamentário e estrutural (custos operacionais, folha, rateios, utilidades, assessorias), ajustar políticas de pró-labore, consolidar ponto de equilíbrio e tratar impactos regulatórios e sazonais.
Principais tópicos discutidos:
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Ativações de marca no ginásio: dinâmica de 5–7 minutos, sorteios, fotos com banner/standee do mascote, QR Code, logística de balões e restrições eleitorais de cores (vermelho/branco).
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Mascote: avaliação de fornecedores, referências externas (Cressol Dois Irmãos), recebimento de fantasia adicional (coelho), modelos corpo inteiro e custos.
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Orçamento e CMV: meta média de CMV 35% (monitorar setembro/outubro), aumento de insumos (proteínas e hortifrutis), comportamento de demanda em chuva e delivery.
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Custos operacionais e administrativos: expediente, internet, seguros, energia (locação de usina fotovoltaica com desconto de 25%), assessorias (jurídica, sanitária), limpeza, manutenção, taxas, softwares, vigilância, materiais (bobinas, EPIs).
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Serviços contábeis: fragilidades frente à reforma tributária; levantamento de escritórios especializados pelo executivo BG.
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Folha e rateios: base salarial orçada, provisões (13º, férias, rescisões, INSS, FGTS), divisão em dois lotes (ADM vs. Loja), rateio de escritório central (~R$ 24.000/mês) entre unidades, pró-labore por unidade e separação de retiradas pessoais.
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Taxas de plataformas (iFood e similares): consolidação de dados e impacto nas margens.
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Ponto de equilíbrio: referência consolidada em R$ 607.000, com faixas de R$ 475.000 a R$ 640.000 conforme inclusão de taxas e pró-labore.
Decisões estratégicas:
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Ação no intervalo deve ser simples e executável em 5–7 minutos (sorteio e/ou foto com marcação).
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Evitar materiais com cores sensíveis (vermelho/branco) antes do fim da eleição; balões apenas após a eleição.
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Adotar locação direta de usina fotovoltaica, com desconto de 25% na energia.
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Manter marketing entre 6% e 8% do faturamento, com adequação ao caixa e ações táticas (outdoor e jogo).
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Formalizar pró-labore por unidade e separar retiradas pessoais do fluxo operacional.
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Segregar folha em dois lotes (ADM e Loja); implantar POP de fechamento de caixa e conferência de taxas.
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Ajustar gás para 0,6% do faturamento no verão; ponto de equilíbrio definido em R$ 607.000.
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Reclassificar despesas administrativas (aluguel) fora do resultado operacional; consolidar softwares e assessorias.
Tópicos Discutidos
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Ação no Jogo do Marreco (Francisco Beltrão, outubro):
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Intervalo do jogo: 15 minutos, com janela efetiva de 5–7 minutos para ativação.
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Dinâmicas recomendadas: sorteios rápidos e/ou foto com banner/standee de mascote e marcação nas redes; QR Code para engajamento.
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Público infantil com forte aderência; foco em visual e simplicidade operacional.
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Restrições operacionais: ginásio sem cadeiras; inviabiliza “caça ao tesouro” sob assentos.
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Período eleitoral: evitar cores vermelha/branca em materiais antes do término da eleição.
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Mascote e fornecedores:
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Recebimento de fantasia adicional (coelho) com boa aceitação infantil; mascote ativo em eventos escolares.
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Referências externas (Cressol Dois Irmãos); executivo BG compartilhará contatos e orçamentos.
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Avaliar modelos corpo inteiro e materiais (vinil vs. balão comum) com implicações de custos.
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Logística e materiais de ativação:
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Balões personalizados com rosto do mascote/patinho e QR Code; números presos para sorteio.
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Equipe de 2–3 pessoas para enchimento com máquina; personalização encarece, cor única reduz custo.
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Levantar custos, prazos e viabilidade de produção.
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Planejamento de campeonato e cotas:
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Jogos eliminatórios (quartas, semis, final) a partir de agora; respeitar limitações da cota do evento.
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Ajustar investimento por jogo conforme permissões e retorno.
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Orçamento, CMV e demanda:
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CMV alvo médio: 35% (excelente); setembro com ~34%; monitorar alta de insumos (mignon, tomate).
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Sazonalidade e chuva: público majoritariamente noturno; delivery ~25% do faturamento, podendo subir para ~30% em chuva, mas não compensa queda do salão (75% → ~50%).
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Linhas orçamentárias (médias e ajustes):
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Sindicatos: ~R$ 1.200/mês; anual ~R$ 18.000, com evento pontual elevando custo em período específico.
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Água: média R$ 1.700/mês (em outro bloco, ajustar para ~R$ 1.600 devido à obra).
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Telefone: média R$ 310–320/mês (referência adicional ~R$ 400/mês).
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Softwares: regulares ~R$ 1.650–1.670/mês; proposta de considerar R$ 1.350/mês (revisar distorção de julho); consolidado em alguns trechos ~R$ 2.700–3.000/mês com S3 (~R$ 100), WhatsApp Business (~R$ 700 no mês), Google/Drive (~R$ 50/mês equivalente).
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Assessoria sanitária: R$ 288/mês (manter) e outra referência média ~R$ 818 (revisar escopo/contrato).
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Propaganda/marketing: prática ~6,4%; proposta entre 6% e 8%; pacotes de rádio, outdoor, telão, patrocínios locais; considerar retirada de uma frente e negociar “3 por 2”.
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Custos operacionais e administrativas:
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Expediente de loja/escritório: R$ 200–300/mês (papel, tinta).
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Internet: ~R$ 600/mês; seguros: ~R$ 800–1.000/mês.
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Vigilância e monitoramento: ~R$ 1.900–2.000/mês (outro serviço citado ~R$ 345/mês fotográfico).
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Gás: ajustar de 0,8% para 0,6% do faturamento (verão).
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Impostos variáveis: ~2,7% (projeção interna); IPTU: R$ 6.900/ano (~R$ 575/mês); taxas (bombeiro, ambulância, alvará): ~R$ 3.300–4.000/ano.
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Limpeza: R$ 2.500–3.000/mês; material de limpeza: ~R$ 6.600/mês (estrutura porte maior).
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Manutenção predial: sob demanda; manutenção de imobilizado: ~R$ 5.500/mês.
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Bobinas: ajustar de ~R$ 1.200 para ~R$ 500/mês.
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Energia elétrica e usina fotovoltaica:
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Picos sazonais por climatização; optar por locação direta de usina fotovoltaica, sem cooperativa intermediária.
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Desconto de 25% na fatura; despesa média R$ 3.000–4.000/mês (teto projetado R$ 6.000 em picos/verão).
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Serviços contábeis e reforma tributária:
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Fragilidade do suporte atual frente às mudanças da reforma tributária/setorial.
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Executivo BG levantará escritórios com expertise em food service para avaliação; sem indicação mandatória.
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Estrutura de RH e capacitação:
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Transição de DP para RH; necessidade de treinamento (Cedral/Sebrae); reforço de processos e comunicação interna.
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Taxas de plataformas e cartões:
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Taxas mensais de plataformas (iFood/Fome) ~R$ 12.000; cartão ~0,8%; plataformas ~2,3% sobre faturamento associado.
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Divergência nas estimativas de faturamento via plataformas (~R$ 26 mil a ~R$ 92 mil); consolidar relatórios oficiais.
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Folha de pagamento, provisões e rateios:
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Base orçada de salários em R$ 56.000, com reflexos em FGTS, INSS e rescisões (total entre R$ 72.000–79.000 em meses com rescisões).
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Em bloco consolidado: salários e adiantamentos R$ 94.000–95.000 (R$ 30.000 administração); total com encargos/rescisões R$ 123.000–136.000 (média R$ 129.000).
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Provisões: 13º (~R$ 8.000/mês, alvo ~R$ 100.000/ano), férias (~R$ 2.600/mês), rescisões (~R$ 8.000/mês), INSS (~R$ 9.100), FGTS (~R$ 8.500), VA (~R$ 11.000), VT (~R$ 1.000), uniformes (~R$ 700/mês), medicina do trabalho (~R$ 300/mês).
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Rateio administrativo corporativo: ~R$ 24.000/mês (financeiro, compras, operações, gerência) entre unidades; vencimento até dia 4 de cada mês; modelo fixo (R$ 3.000–5.000) ou proporcional ao faturamento.
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Confraternizações mensais (aniversariantes): manutenção com celebração breve (15 minutos) para engajamento da equipe.
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Pró-labore e governança:
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Proposta de pró-labore por unidade (“cada casa”) em R$ 10.000/mês; separar retiradas pessoais do fluxo operacional; definir dia fixo de pagamento.
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Referência de valor de mercado gerencial (~R$ 60.000) citada, a ser contextualizada.
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Fechamento de caixa, POP e conciliações:
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Inconsistências de taxas/lançamentos (R$ 3.000–9.000) associadas a falhas operacionais e de registro, não a desvios.
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Implantar POP e treinamento de gerentes para controle de caixas e conferência de taxas de cartões/plataformas.
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Segregar lotes de pagamento: Administrativo vs. Loja/Operacional, para facilitar rateios e controle.
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Reclassificação contábil de prestadores e despesas de escritório; separar aluguel administrativo (R$ 2.537) do resultado operacional.
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Ponto de equilíbrio:
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Ponto de equilíbrio da operação calculado em R$ 607.000; referencial de R$ 475.000 a R$ 640.000 conforme inclusão de taxas e pró-labore.
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Meta contempla margem de segurança para cobrir despesas fixas, variáveis e custo variável em ~38%.
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